terça-feira, 14 de maio de 2019

Garrafas de vidro


A variedade é imensa, há para todos os gostos e em diferentes feitios. Estas são as que usamos cá por casa. As maiores são utilizadas para água e sumo em casa e as mais pequenas são as que andam sempre connosco para que não haja necessidade de comprar mais plástico. Algumas destas garrafas não chegaram a custar 2€ por isso todos conseguimos ajudar e eu adoro-as são super práticas.
Sabiam que uma garrafa de vidro é infinitamente reciclável?
Sabiam que dos 2.7 milhões de toneladas de garrafas de plástico produzidas todos os anos apenas 1% é reciclado?
Por aqui vamos menos vezes à reciclagem, temos mais espaço na despensa e estranhamente a água sabe melhor, parece mais fresca. 
Este tipo de garrafas dura mais tempo, é lavável, é reciclável (se necessário), não ganha cheiro como as de plástico e não deixa toxinas na água. 
Optem por soluções mais sustentáveis! É melhor para todas as espécies! (até Sushi o gato participa)

                    
bem me quer!🌼

"Renova-te"


Nunca foi tão urgente reduzir o nosso consumo de plástico. Estima-se que a quantidade de plástico que vais para os oceanos diariamente seja o correspondente a um camião do lixo por minuto. Para nos ajudar neste compromisso de reduzir o plástico, a Renova lançou recentemente embalagens de papel higiénico em papel. O tipo de papel higiénico varia entre o Hyper Soft - folha dupla e tecnologia 4D, Balance - folha tripla e equilíbrio funcional, Ultra Fort – quatro folhas que oferecem maior resistência e confiança extra e Recycled – A opção com papel 100% reciclado. Cá por casa utilizamos o recycled. Ao inicio estávamos um pouco sépticos pelo facto de ser papel higiénico feito de papel reciclado mas não notámos grande diferença. E não se acanhem a comprar porque a diferença de preço não é assim tão grande. Se quiserem colocar perguntas por favor disponham e na vossa próxima ida às compras procurem. Os nossos oceanos e o nosso planeta agradecem!
bem me quer! 🌼

segunda-feira, 13 de maio de 2019

The Ocean is Speaking - Harrison Ford


Partilho convosco um video que vi este fim de semana no centro pedagógico do Oceanário de Lisboa que mexeu muito comigo. A mensagem é simples, pura, verdadeira e muito concerta. Espero que gostem tanto quanto eu e que sensibilize as acções de todos vocês no dia-a-dia.
bem me quer!❀

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Workshop 'Animadores de Educação Ambiental'

No passado fim de semana frequentei o Workshop de Animadores de Educação Ambiental no Jardim Zoológico de Lisboa (JZL).
A primeira coisa à qual devo fazer menção é à espectacular equipa do centro pedagógico em particular a Raquel, a Andreia, a Cátia e a Marina que foram completamente brilhantes no trabalho que desenvolveram connosco durante todo o fim de semana. Estão sem dúvida de parabéns e eu fico-lhes muito agradecida.
Iniciámos a formação por falar da importância dos jardins zoológicos e do seu papel no que diz respeito à conservação, educação e investigação sobre a vida animal.
Abordámos temas como a reinserção de espécies na vida selvagem, a importância de ir às escolas transmitir mais às crianças e como o fazer, a alimentação de espécies e organização do JZL. As estratégias para cada faixa etária e o respeito por todos que é absolutamente transversal. A simplicidade de tarefas de quebra-gelo, para que as crianças se conheçam melhor, de tarefas de descoberta e reconhecimento de espaço e por ultimo as de transmissão e consolidação de conhecimentos.
Tendo em conta que era um workshop para animadores passamos a grande parte do tempo em registo prático, realizando tarefas que as crianças que frequentam o Jardim Zoológico durante as férias fazem. Desconstruímos essas mesmas tarefas e tentámos compreender o que deve ser transmitido. A abordagem deve ser o mais lúdica possível e o menos expositiva que conseguirmos.
As tarefas realizadas foram sempre em grupo e a maior parte das vezes para cada atividade o grupo era diferente. Realizamos atividades com temáticas diferentes como: conservação de espécies, animais em perigo de extinção, habitats, reprodução, entre outros…
Tenho vontade de falar tudo o que vi e tudo o que aprendi mas com honestidade não seria justo para o Jardim Zoológico, não seria justo para os leitores pois o texto nunca mais terminaria e não seria justo para mim pois é impossível transmitir-vos tudo.
Posso acrescentar que para quem tenha interesse em fazer parte da equipa do JZ é um excelente arranque e faz todo o sentido. São ferramentas que nos são transmitidas e que trazemos para casa para pensar, construir e desconstruir para podermos colocar em prática por onde quer que passemos.

bem me quer! ❀

terça-feira, 7 de maio de 2019

Chasing Coral

Chasing Coral (trailer) é dos melhores documentários que vi nos últimos tempos e acreditem que não têm sido poucos.
É um documentário da Netflix criado por um grupo de pessoas muito apaixonado pelo trabalho que faz e que no desenvolver do documentário revelam também as suas próprias emoções em relação ao que estão a ver.
Quem fornece uma grande parte do alimento e do oxigénio dos oceanos são os corais e neste momento, em todo o mundo, os recifes de coral estão a desaparecer.
Este documentário mostra as razões para que tal desaparecimento esteja a ocorrer e a parte mais chocante, a rapidez com que esse processo está a decorrer. Podemos ver no espaço de um mês de trabalho desta equipa recifes de coral a desaparecer devido aos descoloramento provocado pela subida das temperaturas da água.
Vale a pena ver acredite, somos parte integrante deste problema e somos a única solução possível.
Ainda vamos a tempo!
bem me quer! 🌼

Bichinhos da seda


Os amigos de todos os anos... aqueles seres que podem entrar numa sala e ensinar um pouco de tudo às próximas gerações. Eis o que podemos aprender:
- o ciclo de vida de uma lagarta;
- o ciclo da vida de todos os animais (nascer, crescer, reproduzir-se e morrer);
- alimentação (em exclusivo de algum alimento ou de grupos como herbívoros, carnívoros, granivoros etc);
- reprodução da espécie;
- ovos (e diferenças entre ovos de diferentes espécies);
- padrões;
- preservação de espécies (animais e vegetais);
- metamorfoses;
- os 5 sentidos;
- valores: responsabilidade, cooperação e trabalho de grupo, valor da vida, importancia de cada ser vivo, respeito...
Nem todos estes conhecimentos podem ser transmitidos ou adquiridos em todas as faixas etárias mas muitos deles são assimilados sem qualquer tipo de transmissão, apenas pela observação direta.
São grandes companheiros de aprendizagem todos os anos na minha sala.
bem me quer! 🌼

Joaninhas


Hoje pela manhã deparei-me com uma joaninha dentro de casa. Como educadora sei que podemos aprender com tudo, por essa razão peguei num frasco e coloquei a joaninha lá dentro para que as crianças pudessem vê-la e posteriormente coloca-la no jardim.
Este tipo de observação direta proporciona uma mais rápida assimilação de conhecimentos, estimula a curiosidade e a vontade de saber mais sobre a espécie e por vezes é a primeira vez que as crianças veem de perto certos animais.
Independentemente da idade o grupo, na minha opinião, o primeiro valor a passar neste tipo de observações é o valor da vida. Não se mata animais a não ser que seja os que estamos habituados a comer. É importante explicar que quando encontramos um animal que está fora do seu habitat (da sua casa) devemos esforçar-nos para o devolver a um sítio semelhante ao sítio onde vivia.
Uma vez mostrando o animal às crianças e satisfazendo a sua curiosidade elas sentir-se-ão com mais informação e com relação com o animal e é mais provável que uma próxima vez que o encontrei não os prejudiquem nas suas vidas.
A informação que passamos às crianças vai sempre depender da faixa etária a que pertencem mas devemos esforçar-nos para satisfazer a sua curiosidade. No caso de não sabermos a resposta às suas questões, a atitude mais acertada é admitir que não sabemos mas que vamos pesquisa e no dia seguinte ou umas horas mais tarde conseguir ter a resposta que a criança procurava.
Com uma observação direta poderíamos falar das suas características físicas, características do seu habitat, seus comportamentos e a sua importância. Mas tenham a idade que tiverem o valor da vida é o mais importante a transmitir.
Deixo-vos algumas curiosidades sobre estas queridas joaninhas:
  •  Insectos auxiliar das hortas, também conhecidos por inseticidas naturais– ajudam a combater as invasões de pulgões, ácaros, moscas da fruta, piolhos da folha e lagartas pequenas;
  •  Existem 4500 espécies diferentes, em Portugal, as mais conhecidas são as de sete e dois pontos;
  • É da família dos besouros e medem entre 5 a 10 mm;
  • Animais diurnos;
  • No inverno fazem algo parecido com hibernação e embora sejam animais solitários, nesta altura do ano juntam-se para se protegerem do frio;
  • Colocam em média 400 ovos nos meses de março/abril;
  • São atraídas por plantas com cores vivas e por grandes extensões de erva ou flores
  • Existem kits comerciais de joaninhas para se colocar na horta
  • Como atrair: para atrair joaninhas deve-se plantar: endro, gerânios, funcho, coreópsis, angélica, cosmos, tanaceto, cominho, dente-de-leão, coentro, mil-folhas e/ou cenoura. 
  • Em alguns países são símbolo de boa sorte.



Espero que tenha sido interessante.

bem me quer!❀

sexta-feira, 3 de maio de 2019

O Pequeno Livro do Ambiente

Conhecem este livro? eu não conhecia. 
Conheço um da mesma autora e da mesma coleção chamado "O Pequeno Livro das Boas Maneiras" mas este não conhecia.
Tropecei nele durante uma pesquisa sobre educação ambiental e fiquei fascinada. O livro mais simples, direto e apelativo em que podia tropeçar neste novo começo. 
Queria fotografá-lo todo para vos mostrar mas não me parece moralmente nada bem por isso deixo só um cheirinho. 
Na minha opinião todas as escolas, todas as salas e todos os professores deveriam ter um. 
Este livro se não chegou a custar 9€  mas tive de o encomendar. Sei que o conseguem encomendando na Fnac e na Bertrand (que foi o que eu fiz, e dei um à minha mãe que também é Educadora).
Para colegas que não conheçam fica a dica e peço que partilhem comigo mais títulos de livros que tenham preocupações ambientais se vos for possível.
Aos pais, tios, avós, padrinhos, pessoas que se preocupam com os valores que transmitimos às próximas gerações, fica aqui a ideia de mais uma forma de fazer a diferença. 


 bem me quer!

Primeira mudança

Não me lembro de uma altura em casa dos meus pais onde não reciclássemos. Nos últimos anos o responsável por levar a reciclagem para o contentor é o meu pai mas todos contribuímos ao separar o lixo em casa.
Poupar água e luz também era uma preocupação para todos nós (embora os banhos de duas filhas adolescentes pudessem não ajudar na poupança).
Algo que também sempre fizemos em conjunto foi ver documentários de todos os géneros mas principalmente sobre a vida animal e o planeta. Os que víamos religiosamente eram (e são) BBC Vida Selvagem que dá aos fins de semana na Sic (obrigada Sic por trazerem um pouco de cultura a todos nós).
Por estas diversas razões e umas tantas outras que irão descobrir com as diferentes publicações que farei, considero ter tido uma infância que abraçou alguns desafios ecológicos. Os desafios que estiveram ao nosso alcance. 
Uma vez tendo saído da casa dos papás as aprendizagens que fazemos com eles levamos connosco sem qualquer tipo de dúvida. Aí está também uma razão pela qual TODOS devem ser envolvidos em atividades ambientais. Os que aprendem em casa ou conseguem implementar em casa aquilo que aprendem fora dela levaram esses conhecimentos para o resto da vida e espalhá-los-ão por onde passem.
As minhas preocupações em poupar recursos mantiveram-se e em reciclar também. Mas...
Um belo dia vi um documentário espetacular sobre os plásticos no oceano (falarei num próximo post) e tive a certeza de que tudo o que eu fazia, embora ajudasse a situação em que se encontra o nosso planeta, não chegava para o tipo de ajuda de que ele precisa. Assim sendo pensei e repensei o que poderia fazer diferente. Mudei primeiramente de atitude. Mudei o meu olhar para com o mundo. Mudei a minha vontade e o rumo da minha vida.
Para além de uma mudança de atitude havia coisas à minha volta e na minha casa que eu podia fazer diferente. Comecei por algo simples…escovas de dentes e cotonetes de bamboo. Fiz a encomenda online e numa semana (mais ou menos) já tinham chegado.  
Encomendei no site Babu para experimentar e estamos a adorar. São escovas mais caras que as habituais é um facto mas não é assim uma diferença enorme. Todos nós gastamos mais dinheiro em futilidades e coisinhas que efetivamente não precisamos por isso não vai custar assim tanto comprar diferente pois não?! Tenho de ser honesta e dizer-vos que as primeiras 2 ou 3 utilizações foram estranhas porque a textura do plástico na boca como podem calcular não é a mesma que a do bamboo. Mas como em tudo é uma questão de hábito, depois passa.
Até agora o único cuidado que tivemos de ter, em comparação com as escovas de plástico é que não devem ficar no típico copo das escovas de dentes. A não ser que tenham aqueles copos com pseudo tampa com furinhos e que as escovas não toquem no fundo do copo. Este tipo de escova não deve tocar no fundo do copo pois é para onde a água escorre depois da utilização e portanto pode apodrecer a ponta da escova (é biodegradável portanto é natural que aconteça).


No que diz respeito aos cotonetes é exatamente a mesma coisa que os de plástico com a diferença que são biodegradáveis.
À uns dias estive numa formação no Oceanário e as Biólogas marinhas comentaram que quando vão às escolas falar com os alunos ainda há muitos deles que afirmam que os seus pais lhes dizem para atirar os cotonetes pela sanita. Isto choca-me imenso, não só pela informação que temos hoje em dia e pelas imagens que vemos em todo o lado sobre os cotonetes e tantas outras coisas mas também me choca porque NUNCA os meus pais me disseram tal coisa. Algodão, cotonetes, pensos, tampões etc sempre foram proibidíssimos em minha casa de dentar pela sanita. Não faz sentido! Deitem as vossas no caixote do lixo.

A próxima etapa será experimentar o fio dental de carvão e os dentífrico naturais. 
Eu não tinha conhecimento mas à pouco tempo informei-me e ainda há muitas empresas de cosméticos que colocam microplásticos nos seus produtos. Para alem de não fazer ideia que andava a esfregar creme,maquilhagem, champô, dentífrico etc com micro plásticos na minha pessoa, não me agrada que esses microplásticos sigam pela canalização até ao mar e que lá fiquem a estragar a vida de tantos seres vivos. Assim sendo tomem atenção aos rótulos e às empresas que ainda o fazem.
Se tiverem alguma questão sobre a utilização de algum destes produtos ou em como os comprar por favor disponham.

bem me quer!

Novas aprendizagens

Depois de idealizar este projeto, comecei a pesquisar locais onde pudesse fazer algumas formações na área da conservação de espécies, educação ambiental, reciclagem entre outros  e que fossem direcionados para a educação. A ideia é transmitir um pouco do que aprenderei nessas formações para que possa cativar outros professores que como eu se preocupam em transmitir aos seus alunos valores ambientais e a todos os que tiverem curiosidade e vontade de saber mais sobre como fazer a diferença na preservação da nossa Terra.
Deparei-me com algumas formações que me pareceram bastante interessantes na área de formação de professores em locais como o Oceanário de Lisboa e o Jardim Zoológico de Lisboa. 
Encontrei outras é certo mas estas foram as primeiras em que me inscrevi. 

O Jardim Zoológico de Lisboa tem várias propostas de formação. Formação acreditada para professores e workshops em Educação Ambiental. Na secção referente à formação acreditada para professores pode encontrar os seguintes temas: 
  • "Biodiversidade - Educar para Conservar"
  • "Storytelling - Estratégias de Comunicação na Educação Ambiental" 
  • "Educação Ambiental pela Arte" 

Saibam mais pormenores aqui.
No que diz respeito a workshops de Educação Ambiental os temas são:
  • Workshop "Biodiversidade - Educar para Conservar"
  • Workshop "Animadores de Educação Ambiental"
  • Workshops Ciclos de Conhecimento “Biodiversidade: Adaptações e Comportamentos”
  • Workshops Ciclos de Conhecimento "Biodiversidade: Ameaças e Conservação"
  • Workshop “Iniciação à Fotografia da Vida Selvagem”

Para mais informações sobre estes momentos de aprendizagem clique aqui.
O Oceanário de Lisboa por sua vez oferece três formações para professores diferentes:

  • Plasticologia Marinha;
  • Dar tempo aos Oceanos;
  • Oceano trocado por Miúdos.
Para mais informações vejam o site do Oceanário clicando aqui.
Nem todas estas formações são acessíveis a qualquer carteira mas tenho a certeza de que todas valerão a pena.
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Farei algumas destas formações e vou transmitindo o meu feedback por aqui. Obrigada por lerem!

bem me quer!

quinta-feira, 2 de maio de 2019

bem vindos ao bem me quer


O meu nome é Mafalda Santos Silva, tenho 27 anos e sou Educadora de Infância e Professora de 1ºCiclo de formação base.
A ideia do bem me quer - educação ambiental, surge da vontade e preocupação em transmitir à próxima geração toda a informação de que necessitam para fazer a diferença no mundo em que vivemos e que tanto precisa de nós. 
Educar para a preservação, para a continuidade e para uma vivência harmoniosa entre todos os seres.
Numa outra vertente, bem me quer - educação ambiental, vai tentar chegar às escolas, fazer workshops com as crianças e com professores sobre diferentes temas - reciclagem, ciclo da água, conservação de espécies, redução da utilização de plásticos, entre outros - em que todos possamos colaborar, aprender coisas novas, debater ideias, ser criativos e brincar. No final do dia seremos todos mais conscientes do planeta em que vivemos e do impacto que temos nele.
Aqui poderão conhecer melhor o meu percurso nesta nova aventura, as formações que vou realizar durante este percurso, atividades que irei propor para os mais novos, as minhas leituras, documentários e vídeos interessantes, pequenos passos para fazer a diferença, entre outras coisas...
Não hesitem em colocar questões, em propor temas e em dar-me a conhecer alternativas que conheçam e que gostassem que partilhasse.
Espero que esta ideia se torne numa ferramenta de aprendizagem para uns, uma fonte de novas ideias para outros e que todos juntos possamos fazer a diferença.
É pelas crianças que nós adultos devemos fazer a diferença e é a elas que devemos ensinar a ser e estar neste que é o nosso único e maravilhoso planeta.

bem me quer!